Ilha de San Andrés – parte 1

A Ilha de San Andrés faz parte do Arquipélago de San Andrés, Providencia e Santa Catalina, e fica localizada no Caribe Colombiano. Apesar de ser a maior ilha do arquipélago, ela é pequena, com apenas 26km², o que é ótimo porque você consegue conhecer a ilha inteira! San Andrés ainda não está entre os destinos mais cobiçados do Caribe, o lado bom disso é que a viagem sai muito mais barata do que ir para ilhas mais turísticas do Caribe, a desvantagem é que a ilha não tem uma super estrutura e a parte da cidade não é nem um pouco turística. San Andrés é conhecida por seu mar de 7 cores, pois o mar lá tem uma variação incrível de tons de azul, de acordo com a profundidade, é muito lindo!!

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Antes de ir a San Andrés, veja se consegue se planejar para ir nos melhores meses, de dezembro a maio, pois é a época de seca. De junho a novembro a região do Caribe fica mais suscetível a furacões (não passam por San Andrés), e tempestades tropicais, o que pode fazer com que a sua estadia na ilha seja bem nublada e chuvosa. Também é muito importante dizer que a Colômbia agora exige que os brasileiros tenham tomado a vacina contra a febre amarela para entrar no país. Lembre-se: você precisa tomar a vacina pelo menos 10 dias antes de viajar, e precisa do certificado internacional de vacinação ou profilaxia (CIVP), ou seja, não basta simplesmente tomar a vacina em algum posto de saúde público, você tem duas opções: tomar a vacina no posto e depois pedir a validação para a carteira internacional de vacinação na ANVISA, ou já tomar a vacina em algum centro que te dê direto o certificado internacional. Informe-se melhor no site da ANVISA.

Com relação a estadia, nós ficamos no Hotel Cocoplum, que fica na praia de Cocoplum. Escolhemos este hotel porque não era muito caro na época (maio/2015) e parecia ok pelas fotos, mas na verdade foi uma surpresa muito agradável, o hotel é pé na areia, você já toma o café da manhã na beira da praia, a comida é ótima, os funcionários são super simpáticos e prestativos, a praia é boa, e tem uma empresa de turismo que vai lá todas as manhãs durante o horário do café, mostra todos os passeios disponíveis para quem estiver interessado, e o preço é justo. Nós fizemos todos os passeios com eles, foi ótimo, e conseguimos um descontinho por fechar tudo com eles!

A moeda usada em San Andrés é o Peso Colombiano (COP), não tem em todas as casas de câmbio no Brasil para comprar, mas eu achei em algumas e levei os Pesos, mas já li que muita gente leva dólares e que não tem problemas para pagar nada por lá. Os preços que vou colocar aqui são os que eu paguei na época, podem ter sofrido alguma alteração, e falarei em pesos colombianos (COP), cuja conversão é mais ou menos COP1000 = R$1,07. A língua falada lá não é só o espanhol, eles tem um dialeto local, chamado de Criolo, por isso não estranhe se não entender nada do que eles falam entre si. Finalmente, vamos aos passeios e etc!

Para entrar na ilha é cobrada uma taxa turística de COP 46.800, paga no aeroporto em que você faz escala. Chegando em San Andrés, na saída do aeroporto tem vários táxis, todos caindo aos pedaços, mas é assim mesmo, vai sem medo. Nós chegamos no fim da tarde na ilha, então só curtimos um pouco a piscina do hotel no começo da noite e jantamos por lá mesmo. Nós nos programamos para fazer um passeio por dia, e o tempo livre que tivéssemos ficaríamos aproveitando a praia tranquilamente.

O dia seguinte amanheceu chovendo muito, então decidimos fazer um passeio em um trenzinho turístico (COP 25.000) para conseguirmos conhecer alguma coisa na ilha. Foi bom por conta do clima, mas se não estivesse chovendo eu acho que o melhor seria conhecer esses lugares por conta própria, alugando um carro, carro de golfe ou bicicleta para dar a volta na ilha. De qualquer forma, o guia do trem dá muitas informações sobre a ilha, disse que estavam muito felizes que estava chovendo porque fazia 7 meses que não chovia por lá, e faz paradas na Piscinita (COP 4.000), uma piscina natural que você pode entrar, tem até tobogã, na Cueva de Morgan (COP 15.000), a casa do suposto pirata que morava na ilha, e no Hoyo Soplador, o buraco soprador, um buraco no meio das pedras que sopra ar muito forte (um pouco de água também) conforme as ondas batem na costa, é divertido! Depois do passeio, que dura umas 3 horas, ficamos um pouco na praia Peatonal, a praia que fica mais no centro da cidade, que tem um calçadão e muito comércio.

A praia de Cocoplum, onde estávamos hospedados, é uma praia bem longa, tem alguns restaurantes e hotéis, a água é bem limpinha, e logo em frente, bem pertinho, fica a Rocky Cay, uma ilha boa para fazer snorkel. Para chegar nessa ilha é só caminhar por dentro do mar, da pé o tempo inteiro (mas aconselho aos que não sabem nadar que chequem se a maré está baixa para ter certeza que a água vai ficar numa altura tranquila). A ilha é bem pequenininha, mas tem que ir! Leve o tempo que quiser para curtir aquela água totalmente transparente e admirar um pouco da fauna e flora marítima (embora quando fomos não tenhamos visto muita coisa).

Este post fala de coisas mais práticas, mas não menos importantes que as dicas sobre os lugares lindos que existem em San Andrés, mas acho que já deixa um gostinho do que esperar dessa ilha colombiana maravilhosa!! O próximo post vai ter todas as outras informações!

Boa viagem!

 

 

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